O golpe do WhatsApp envolve a clonagem ou sequestro da conta do aplicativo para aplicar golpes nos contatos da vítima ou para acessar serviços financeiros vinculados ao número. Golpistas movem o dinheiro em minutos — acione seu banco e um advogado imediatamente para maximizar a recuperação.
Cada caso deve ser analisado individualmente. Realizamos análise prévia para verificar a viabilidade do seu caso.
Golpista convence a vítima a passar o código SMS de verificação do WhatsApp, assumindo o controle da conta.
Com o WhatsApp clonado, criminoso pede dinheiro a familiares e amigos fingindo ser a vítima em apuros.
WhatsApp clonado é usado para acessar banco digital ou realizar operações financeiras vinculadas ao número.
Criminoso acessa conversas e fotos privadas para extorquir a vítima.
Golpista usa o WhatsApp da vítima para aplicar golpes em transações comerciais com seus contatos.
WhatsApp Business clonado para aplicar golpes em clientes e parceiros da empresa.
Orientação para recuperação imediata do acesso ao WhatsApp e proteção dos dados.
Ação contra os causadores do dano e, quando aplicável, contra instituições financeiras omissas.
Busca de reparação pelos valores perdidos e prejuízos causados pelo golpe.
Formalização da ocorrência e suporte para medidas criminais contra os golpistas.
Instale o WhatsApp em seu dispositivo, faça a verificação pelo SMS e ative a verificação em duas etapas.
Informe imediatamente que seu WhatsApp foi clonado para evitar que pessoas próximas sejam prejudicadas.
Formalize o crime na delegacia ou pelo site da SSP, detalhando como ocorreu a clonagem.
Especialmente se houve prejuízo financeiro próprio ou a terceiros que precisam de orientação sobre como buscar ressarcimento.
O golpe do WhatsApp envolve criminosos que clonam o número ou sequestram a conta para pedir dinheiro aos contatos. Múltiplos agentes podem ser responsabilizados.
A troca indevida do chip SIM (SIM Swap) que permite sequestrar o WhatsApp é falha grave da operadora de telefonia — passível de responsabilização.
Falhas no sistema de verificação em duas etapas que permitiram o sequestro da conta podem gerar responsabilidade da plataforma (Marco Civil, Art. 19).
O crime enquadra-se como estelionato (Art. 171 CP) com agravante por uso de meios digitais (Lei 14.155/21) — pena de 4 a 8 anos.
Se o banco processou transferências suspeitas originadas de pedido via WhatsApp sem verificação, pode responder pelos danos ao cliente.
Documentação essencial: prints das conversas fraudulentas, registro de quando você perdeu acesso à conta, histórico de chamadas da operadora, e lista de pessoas contactadas pelo golpista.
Sediado em Campinas/SP, o Almeida Couto Advocacia e Consultoria nasceu do compromisso de oferecer assessoria jurídica de alto nível com atendimento humano, ágil e transparente.
Atuamos em processos em diversos estados do Brasil, sempre com foco na defesa efetiva dos direitos dos nossos clientes — seja na esfera judicial ou consultiva. Cada caso recebe atenção única e dedicada.
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